quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Oque nós, mulheres, aprendemos sobre o primeiro encontro- Parte I

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Nada. Nunca se aprende nada, pelo fato de não pensarmos com as veias do encéfalo e sim com o sistema circulatório inteiro nos grandes lábios.
Deus perdoe minha infame comparação: mulheres também pensam com a cabeça de baixo.
A regra é clara: sexo na primeira vez é igual a nunca mais. Mas por quê?! É lógico que o sexo não foi ruim, afinal, se no calor do momento, vocês acabaram na cama, no sofá, ou no banheiro da balada, foi bom. Mas por quê? Estou tentando não pensar no óbvio, entretanto parece ser quase inevitável. De acordo com as minhas referências sexobibliográficas, me parece claro que o motivo pelo qual nunca mais vai acontecer é a visão masculina sobre a atitude da mulher... essa aí, que deu na primeira vez.

Afinal! Vamos emparelhar os discursos, já está na hora de uma acariação. Que merda de bandeira é essa, que vocês, homens, levantam ao dizerem que as meninas são fresca, fazidas, e fazem cu doce. Na hora que resolvemos "liberar geral" somos putas, fáceis e galinhas.

Tudo que é muito fácil é sem graça. Eu também acho, mas definitivamente, sexo não perde a graça, por mais acessível que seja.
Então é isso, gurias, ignorem todas as minhas dicas de liberação sexual, comprem novos sutiãs para repor aqueles que foram queimados, e voltem a usar as calcinhas "bege vó". Porque afinal sexo bom é sexo com hora marcada.
Loucurinha do momento é coisa para Lúcia e o Sexo, Cristiane F. ou Sexo Total no Caribe.
Um lástima, por nós, daríamos ali mesmo no estacionamento, e ainda marcaríamos mais uma vez, mas definitivamente os homens não tem essa evolução ainda.

Há resquícios de uma sociedade machista e além de tudo hipócrita, onde as pessoas não tomam atitudes pelo risco de serem rotuladas.

De agora em diante, incentivarei a mulherada a segurar a onda e fingir que não gostariam de transar de primeira.. enquanto isso vocês nos deixam na porta de casa, loucas e insanas na lua cheia, e nós, ligamos para algum pinto amigo, menos estúpido, para que possam enfim satisfazer nossos caprichos.

E viva a figurinha repetida, que não completa álbum, mas brilha no escuro.

Re-volta da Masturbação

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Feminina, lógico, eu só falo do universo delicado, sensível, frágil, meigo, mascarado e que adora sexo.

A expressão "bater siririca" é horripilante, entretando "bater punheta", apesar de ser um termo menos excêntrico, soa ridículo também, mesmo que haja umas 32 expressões diferentes, afinal é um termo masculino.

Masturbação na palavra propriamente dita pode significar a ação em si mesma ou em outra pessoa, tanto em uma relação homo, quanto hetero, quanto tântrica...

Portanto, a auto-masturbação feminina, é feita em sim mesma. E às vezes é necessário explicar detalhadamente porque há muitas mulheres que nunca fizeram, não fazem nunca ou mastur oque?

Enfim, mulherada, mãos à obra. A mais importante questão por suposto, é o auto-conhecimento, a fim de adquirir noções do que se gosta e do que não atiça muito, do cronograma, se dedos, se toys, se tântrico.

Depois de conhecer detalhe por detalhe, ao som de um Jazz, já se tem noções de prazer, e aí entra a segunda fase: o prazer pelo prazer.

E o prazer pelo prazer acontece quando já se está há uns 8 meses namorando, ou na flor da solteirisse de matar gato à grito, no início do namorado, só nas pegadinhas... Engana-se quem acha que auto-masturbação é para as que não praticam sexo de dupla a um tempo, vulgo encalhada.

Unhas curtas são fundamentais, principalmente se for praticado entre meninas.

Foi dado o início da semana da queima de sutiãs.